Vídeo: Guilhotina
Na onda de postar mais vídeos por aqui, eu tenho que também privilegiar as produções nacionais, que ainda estão engatinhando mas têm se mostrado de grande qualidade. Deixo aqui com vocês o vídeo do pessoal do Falésias do Rio.
Mais vídeos no blog!
Ultimamente eu tenho estado meio sem “inspiração” pra escrever, mas ainda assim fico incomodado do blog ficar parado, até por que ele já passou mais de 3 meses fora do ar. Então pensei em postar mais vídeos por aqui, já que tem muita coisa legal por ai, e afinal de contas, quem não gosta de um bom vídeo?! Começar postando vídeos que já fizeram parte do blog, mas se perderam na versão antiga!
Deixo com vocês hoje um vídeo antigo feito pelo Cedar Wright no Cipó!
Vídeo: The Power of Minduim V13
Felipinho está passando uma temporada em São Bento, e nesse tempo conseguiu a segunda ascensão do boulder The Power of Minduim v13, projeto antigo de Felipe, mas que foi encadenado primeiro pelo americano Daniel Woods durante sua curta temporada em terras brasileiras. Como não devia deixar de ser, o Felipe fez um vídeo da cadena. Confiram!
Tejuçuoca, o Cipó Cearense
Final de semana passada fiz uma “climb trip” para um pico de escalada aqui do estado que eu ainda não conhecia. Já tinha ouvido muito falar de lá, do quanto o local era fantástico pra escalar. Calcário de boa qualidade, quase sempre na sombra, as vezes dentro de grutas que deixavam o clima bem agradável. Mas isso não era nem metade do que é esse lugar. Se você achou a comparação do título exagerada, espere pra ver o local!
Tejuçuoca fica a 140km de Fortaleza e quando você se aproxima da cidade, o que mais chama a atenção são as montanhas da cidade de Itapajé mais à frente, e a tendência natural seria ir naquela direção. Mas meio escondida, mais 12 km sertão adentro, por uma estrada de terra, se encontram as formações calcárias do Parque Municipal das Furnas dos Ossos. Não vou mentir, o lugar é quente e inóspito. O único consolo é o centro de apoio do Parque, que oferece a estrutura básica para se ficar no lugar: camas, cozinha e banheiros. Mas estamos ali pra escalar, não pra fazer turismo (sacou? rs).
Do centro de apoio até às vias é mais 1,5km de caminhada, mas você já consegue visualizar as rochas um pouco mais a frente e a visão, embora não impressione (ainda), gera expectativa. A medida que nos aproximamos as paredes vão ganhando cada vez mais presença e deixando a cabeça viajar nas possibilidades. E essas são muitas, já que o lugar só tem 26 vias registradas (entre elas algumas do escalador André Ilha) e o espaço ainda a ser explorado é imenso!








