Bate-papo com Raphael Gibara
Eu perguntei pelo Facebook e vocês responderam que sim, queriam ver entrevistas no Desce daí, doido! Admito que não sei fazer entrevistas, nunca tinha feito uma na vida, e por isso se a entrevista tiver ficado uma droga, podem dizer, que eu tento melhorar na próxima (sim, vai ter próximas).
Pra essa primeira entrevista, na verdade foi mais um bate-papo, eu convidei o amigo Raphael Gibara, escalador que tem mostrado um ótimo trabalho na produção de vídeos de escalada, e na minha opinião, é um dos destaques dessa nova cena de produções nacionais (pretendo escrever um post sobre isso em breve).
(Eu) Faaaala fi…tá com um tempim? hehehe
(Gibara) Yeah!
Então rola as interview agora? hehehe
Yea yeah!
Então vamo lá…pra começar, primeiro a pergunta clichê de toda entrevista com escalador…Quando foi que tu começou a escalar?
hahahaha, eu comecei a escalar no final de 2007, depois que tinha emagrecido bastante e um amigo meu que escalava na época me disse “Ow, agora tu num é mais uma bola, vou te levar pra escalar”
hahahaha…mas te passava pela cabeça escalar antes de emagrecer ou rolou meio que um “agora fudeu!” vou ter que escalar?
Não, antes de emagrecer eu não tinha contato nenhum com a escalada. Esse meu amigo era a única pessoa que eu conhecia que escalava e quando eu era gordo ele nunca expôs muito o esporte.
Agora indo pro assunto principal da entrevista…
Justo!
Depois que tu começou a escalar, quando foi que surgiu a idéia de começar a filmar e produzir vídeos de escalada?
Acho que, como todo escalador faz, a ideia veio de simplesmente “filmar esse boulder”, geralmente pra mostrar a linha pra outros amigos e mostrar o quanto a linha é interessante, então como todos tudo começa com uma câmera compacta, uma imagem tremida e um único take (geralmente o da cadena).
É, eu estava vendo alguns vídeos antigos teus, e são bem nesse esquema mesmo. rs
HAHAHAHAHA sim, sim.
Mas daí depois a gente começa a assistir filmes de escalada e prestar atenção nos detalhes…..aí a gente começa a pensar “Poxa… talvez de pra fazer algo parecido”, ”Poxa, vou tentar fazer mais de um take. Vou dar um close nessa agarra do crux” e assim vai.
Agora vendo a qualidade dos teus vídeos atualmente deixa a gente pensando se tu trabalha profissionalmente com isso ou se é só hobby…
Profissionalmente? Imagina, hahaha, é só um hobby, definitivamente. É claro que é algo a que eu gosto de buscar referências e tentar fazer algo cada vez mais legal e o fato de ser publicitário me ajuda a ter pessoas que entendem bastante do assunto para tirar dúvidas, mas o objetivo é sempre me divertir bastante junto com os amigos, escalando e filmando. Até porque, muitas pérolas surgem quando você deixa uma câmera ligada entre amigos, hahahaha. Eu e o João (Ricardo) temos ideia de fazer alguma produção para participar de festivais, mas ainda assim, como hobby.
Agora uma curiosidade de quem também gosta de tentar fazer vídeos…qual equipamento tu usa pra filmar? câmera, software de edição…
Uso uma Canon T2i que é uma DSLR de entrada (ou seja, não é considerada profissional) e uma única lente 18-200mm da Sigma, já para editar eu uso um software profissional chamado Final Cut. Mas se for pra dar um dica pra quem gosta de fazer vídeos por hobby seria: Não se preocupe tanto com equipamento, muita gente acha que não conseguiria fazer um vídeo legal pq não tem uma câmera boa. Não é verdade, acho que o mais importante é ter criatividade e TENTAR. Fazer testes, ver o que fica legal e o que não fica e ter disposição para buscar ângulos legais, pensar em enredos e brincadeiras para usar nos vídeos e tal.
Ótimas dicas! Tu falou das pérolas…e o bom humor é meio que a “marca registrada” dos teus videos…a começar pelo nome da produtora…Little Up Productions, com a famosa foquinha…de onde veio o nome, e claro, a foquinha? rs
Esse nome e a foca foram ideia do João Ricardo, são uma espécie de paródia à produtora profissional de filmes de escalada Big Up.
Quando começamos a fazer os videozinhos surgiu a brincadeira de que um dia seríamos maiores que a Big Up, mas que por enquanto ainda éramos a Little Up. E enquanto a Big Up tinha atletas profissionais, os melhores do mundo que escalavam bonito e muito forte, nós tinhamos nossos atletas, que dominavam os boulders com a barriga (parecendo uma foca)
Daí um dia o João virou pra mim e disse “Titiu, faz um logo da Little Up com uma foquinha pra a gente colocar nos vídeos” e pronto, aí a Little Up começou a “crescer” hahahahahhahahaha
Como designer, tenho que dizer que gostei bastante da logo e da vinhetinha. Pois é, eu curto muito esse clima bem humorado e meio sem compromisso dos teus videos, mas outra coisa que eu curto bastante também é a trilha sonora. Rola alguma pesquisa pras musicas de cada vídeo ou tudo faz parte da biblioteca musical do Gibara? hehehe
Cara… eu sou apaixonado por música, então tenho bastante coisa de muitos estilos diferentes além de sempre procurar ouvir coisas novas. Então sempre que estou ouvindo músicas estou ligado até dar o click “Nossa, essa música ia ficar irada num vídeo de escalada” e vou separando elas para usar a medida que os vídeos vão saindo.
Outra curiosidade…qual o nome da música que rola no final, naqueles momentos “off”?
A música chama C’est Si Bon da Eartha Kitt. É uma música que combina com cenas engraçadas e as palhaçadas do vídeo já ficaram nomeadas de “Momento C’est Si Bon“ hahaha
Muito bom esse momento…sacada de gênio! hehehe
Esse foi coisa do João também, hahaha
Eu tenho visto muito video brazuca aparecendo ai com qualidade que não deixa nada a dever pros gringos…o que tu tá achando da produção atual de videos de escalada nacionais?
Isso virou até um jargão “vídeo com qualidade gringa” o que pra mim é totalmente errado. É como eu disse, muita gente acha que não dá pra fazer um vídeo de qualidade pq não tem equipamento gringo, mas o principal é ter criatividade e hoje em dia estamos vendo isso com os vídeos brasileiros. Tem gente, como o Ricardo da Granito Filmes, que estão metendo as caras com as DSLR e fazendo filmes até melhores que os gringos que ganham com isso… basta fazer a coisa com capricho.
Com certeza…acho que a criatividade da galera aqui tá fazendo a diferença!
Sim! Até porque aqui no Brasil temos picos com visuais ALUCINANTES para filmar….paisagens MUITO mais plásticas que as cenas frias dos gringos, basta explorar o que temos.
Falando disso tudo que tem pra explorar…quando é que sai o primeiro longa da Little Up Productions? Existem planos pra um?
Olha…. looooonga, longa não. Mas talvez algo em torno de 30 minutos pode aparecer por aí num futuro não tão distante. Eu e João estamos tentando ajustar um roteiro que fique interessante, o difícil vai ser conciliar o tempo pra fazer tudo.
Tão aceitando figurantes pra esse longa? rs
Figurantes não homi, a Little Up quer Neudson Aquino como estrela de alguma produção
Vai ser em algum lugar específico ou em vários lugares?
Por causa desse detalhe de conciliar o tempo pra filmar tudo, provavelmente vai ser um lugar só. São Bento, por exemplo
Massa…já fiquei ansioso! hehehehe
HAHAHAHAHAHA
Isso é uma coisa muito legal que aconteceu também. Começar a fazer os vídeos por pura farra e depois de um tempo as pessoas começaram a cobrar novos vídeos e pedir pra fazer vídeos com eles e tal. Isso é muito bacana.
É reconhecimento…e vem pra quem tá fazendo a coisa direito! Agora só pra fechar….Qual o melhor vídeo da Little Up na tua opinião? Pra gente deixar aqui no final da entrevista pra galera assistir…
Pô, isso é igual perguntar pra uma mãe “Qual filho você gosta mais?” HAHAHAHAHA
Eu sei, eu sei…mas cita um ai! hahahaha
Mas geralmente os últimos são sempre os que mais agradam, afinal a gente tenta fazer sempre melhor que o anterior. Acho que Virilha Completa e Salinas são os dois que eu mais gosto
Massa! Vai os dois então…
Valeu pelo tempo e pela disposição Gibas!
Opa… eu que agradeço a honra de conceder uma entrevista pro Desce Daí Doido! Assim vou até ficar me achando… hahaha
Momento Desce daí, doido! – IV
Depois de um bom tempo sem achar um legítimo representando do Momento Desce daí, doido!, essa semana me toquei de uma falha minha. Um legítimo doido de pedra que já havia visto antes (e provavelmente muita gente já conhece) mas que com certeza merecia figurar nesse importante “hall da fama”. Jyoti Raju é o nome da fera! Também conhecido como “Monkey Man” (nada original). Se vocês forem pra Índia algum dia, e virem esse maluco por lá, encham o peito e soltem o grito: Desce daíiiiiii, doido! (no melhor estilo cearês!)
Se você gosta do Momento Desce daí, doido!, viu algum vídeo por ai que merece estar aqui, então envie pra gente deixando um comentário, mandando um tweet, ou pela nossa fan page no Facebook!
Momento Desce daí, doido!- III
Fazia tempo que eu não encontrava nada digno de um legítimo momento Desce daí, doido!
Nós já tivemos o monge que resolveu morar no topo de uma coluna de pedra na Georgia, e também tivemos o cara do emprego mais Desce daí, doido! do mundo, o técnico de manutenção de torre de transmissão.
Mas agora o negócio chegou nos escaladores. Por mais que as vezes eu fique olhando pras coisas no meio da rua (parada de ônibus, esculturas, passarelas, etc) e imagine como eu faria pra escalá-las eu sempre seguro meu ímpeto de maluquice e fico só na imaginação mesmo. Mas já esses caras não. Resolveram escalar tudo que parecia legal no meio da rua. E mais doido ainda, resolveram fazer um filme da doidice. Contudo, tenho que admitir, se eu visse alguém fazendo isso aqui em Fortaleza, eu ia me juntar na brincadeira, e deixar o povo embaixo gritando: DESCE DAÍ, DOIDO!!
Como perder um parceiro de escalada em 10 dias!
Por esses dias, doido atrás de algo novo e interessante pra postar no site, achei um texto muito engraçado que mostrava um roteiro de como perder um parceiro de escalada em 10 dias. Achei massa e como ri pra caramba lendo, resolvi traduzir ele aqui pra vocês, com algumas pequenas adaptações. Quem se identificar com o parceiro de escalada exemplificado no texto, por favor, não me chame pra escalar!
Não há nada melhor do que sair numa viagem de escalada. A oportunidade de viajar é a melhor parte da vida de qualquer escalador. Existe escalada em todos os países da terra..apenas aponte um lugar no globo, e se você for um escalador, automaticamente você tem uma razão para ir até lá. Pense um pouco. É bem irado. (Não, sério, pense um pouco. Viu? É muito irado!)
Eu diria que 10 dias é o mínimo de tempo para uma viagem de escalada valer à pena, apesar de eu já ter viajado para vários lugares apenas para um final de semana. É preciso pelo menos 3 dias para se acostumar com o novo lugar. E você também tem que tirar uns dias de descanso (uns 3) – uma perda ineficiente de tempo, como tomar banho, meditar, mas que eu acabo aturando por que é necessário. Isso te deixa com 4 dias para encadenar algo, o que de repente não parece tanto tempo assim considerando que você está fazendo uma viagem de 10 dias.
Mas enquanto não existe nada melhor do que viajar para escalar, também não existe nada pior do que viajar para escalar com uma merda de parceiro. Um parceiro de escalada ruim pode estragar tudo. Eu sou um cara de mente aberta, amigável. Escalo com praticamente todo mundo. Não me importa quem a pessoa é, o que ela faz, se escala forte ou não. Apenas não seja um idiota e nos daremos bem. Mas eu fui em viagens de escalada com certo parceiros que me fizeram sentir vontade de parar de escalar. Isso é meio como fazer o Papa querer desistir do Catolicismo. Eu preferiria escalar com Hitler do que com algumas dessas pessoas. E apesar disso não ser verdade, era assim que eu me sentia quando estava na base da pedra.
Qualquer um que consiga fazer a coisa que você mais ama fazer parecer uma tortura tem que ter sido enviada diretamente do inferno com o único propósito de estragar sua viagem, não é?
É quase tão perfeito, tão bem planejado, que é como se a viagem dele tivesse sido organizada assim:
Dia 1: Esqueça a cadeirinha no carro. Não fale nada até ele (no caso você) estiver encordado e pronto pra escalar. Fique por ali pedindo desculpas efusivamente enquanto não faz a menor menção de ir pegar a cadeirinha. Depois de pegar a cadeirinha e enquanto estiver fazendo a segurança dele na primeira via difícil do dia, assegure-se que ele caia o dobro do que ele deveria. Quando ele for subir pela corda para voltar ao ponto onde estava, não ajude em nada. Ah, e também o desça mudando de velocidade abruptamente e à todo instante.
Dia 2: Comece sendo realmente competitivo em tudo. Na escalada e quem sabe em mais coisas. Seja pedante ao extremo quando falar com ele sobre coisas que você sabe que ele sabe. “Cerveja muito gelada não presta. Isso é coisa de quem não sabe beber cerveja. Qualquer dia a gente marca pra eu te mostrar como se bebe uma cerveja de verdade”. Esse tipo de coisa…
Dia 3: Se machuque. Torça o tornozelo na trilha e faça com que a sua lesão seja também a lesão dele. “Ai cara, a gente não pode ir naquele setor não, eu acho que não consigo ir até lá!”.
Dia 4: Dia de descanso. Procure um médico homeopata que fique há 4 horas do lugar. Vá até lá (ele dirige) para dar um jeito no tornozelo. Certifique-se de que o consultório está fechado.
Dia 5: Insista em ficar apenas de “top rope”.Se apoie na corda em todos os movimentos mais difíceis e depois dispense a via dizendo apenas “É legalzinha!”. Uma vez no chão, fale sobre seus incríveis objetivos na escalada que com certeza você nunca vai cumprir. “Próximo ano eu acho que vou tentar escalar o El Cap em livre. Vou precisar de alguém pra fazer minha seg. Quais são os seus planos pro ano que vem?”.
Dia 6: Decida, sem razão nenhuma, a ficar respirando pela boca e se assoprando enquanto come, como se tudo que você comesse fosse sopa quente. Mastigue alto e com a boca aberta. Enquanto ele estiver escalando, apenas fique atrás dele gritando o tempo inteiro: “Cai porra! Cai!”
Dia 7: Misteriosamente, esqueça, ou até melhor, perca o seu saco de magnésio. Use o dele. E então passe uma hora e meia escalando de top rope no seu projeto. Marque cada agarra. Nunca mais volte na via. Diga que está guardando a via para a próxima vez que voltar pra lá, o que provavelmente é nunca.
Dia 8: Continue cegando ele com sua headlamp enquanto fala com ele de noite. Não lave os pratos.
Dia 9: Enquanto estiver desequipando a via de “top rope” faça com que um dos móveis dele fique entalado. Realmente prenda o negócio de um jeito que ele nunca mais saia de lá. Pra completar, ainda coloque a culpa nele: “Por que você colocou uma peça número 3 numa fenda onde só cabia um 2?”
Day 10: Quando finalmente parecer que ele vai encadenar algo, apenas sente na corda e o puxe pra fora da parede. Jure de pés juntos que ouviu ele falar “Pega!”. De verdade!
Não tem boulder?! A gente fabrica!
Em 2009, quando fui mochilar pela europa, tive a oportunidade de conhecer a La Foxardia, um verdadeiro ginásio de escalada público, bem no coração de um grande parque urbano de Barcelona. Naquele época eu achava que aquilo seria o máximo de onde se poderia chegar em termos de espaços públicos de escalada. Mas com esse vídeo eu mudei de opinião. Os britânicos superaram os espanhóis e criaram o espaço público de escalada que com certeza deve ser o sonho de muito escalador! Imagina um bichinho desse no quintal de casa! Vou pedir de presente de aniversário…
Um dia atípico
Hoje o dia foi um tanto atípico. A começar pelo fato que hoje estava chovendo. Saímos de Fortaleza pra escalar em Redenção, com esperanças de escalar apenas com nuvens encobrindo o céu, mas São Pedro não foi com a nossa cara e mandou água lá de cima. Resultado: ficamos apenas com a Borboleta no Rêgo como opção. Não que seja ruim, a Borboleta no Rêgo é uma via fantástica, mas é que eu queria mesmo era encadenar a Orelha de Porco hoje, mas o final dela estava molhado e resolvi deixar pra outra oportunidade.
Mas mesmo só tendo a Borboleta “seca”, ainda assim as condições não estavam as ideais. A via tem uma seqüência de agarras abauladas e com a umidade não estavam dando a aderência ideal. Um lance em particular eu não conseguia ficar na agarra pra fazer a costura. Estava realmente complicado. Meu parceiro de escalada, Daniel, também teve problemas, principalmente com a sua sapatilha, que estava dificultando que ele fizesse alguns movimentos que usavam o calcanhar, que é bastante requisitado na via.
Se você já leu até aqui, deve estar pensando uma de duas coisas: ou esses caras escalam muito e realmente o dia foi uma merda; ou esses caras tão inventando desculpa, ou seja, no jargão popularmente conhecido dos amigos do Julio Francês, eles são uns frangos.
Momento Desce daí doido! – II
E o momento Desce daí, doido! está de volta! Depois do monge maluco que morava em cima de uma pedra, agora é a vez de darmos uma olhada num emprego realmente insano: técnico de manutenção de torres de transmissão.
Eu fico imaginando quanto deve ganhar um infeliz pra fazer isso que esses caras fazem. O negócio é tenso demais, até pra quem está acostumado com alturas vertiginosas. E quando você pensa que já viu tudo, o negócio fica cada vez pior. É realmente de suar a mão. E só de pensar que se der alguma merda lá em cima não dá pra descer rápido, me dá mesmo vontade de gritar lá de baixo: Desce daí, doido!
Expressões de busca
Tem um blog que eu acompanho sempre, o do crítico de cinema Pablo Vilaça, e lá eu vi que ele fazia mensalmente um post que compilava as expressões de busca esquisitas que acabaram levando os internautas para o blog dele. Depois que eu vi esses posts dele, eu ficava olhando as expressões de busca que traziam os internautas para o Desce daí, doido! pra ver se aparecia algo digno de um post, mas nada de interessante surgia. Mas esse mês os internautas parece que estavam inspirados, por que algumas expressões de busca bem esquisitas acabaram aparecendo. Não me pergunte como isso trouxe alguém até o blog, por que eu sinceramente não sei. Eis as melhores:
“antinflamatorio mais forte lesão ombro” ( podendo procurar logo por infiltração)
“busanfas iradas” ( acho que ele não encontrou nenhuma aqui)
“caras doidos com suas motos” (o Google é eficiente, acharam o Minhoka
)
“cearense nu” ( isso só pode ser coisa de paulista )
“como eu faco pra ver as musicas do Enzo e Danniel” (tenho a leve impressão que aqui não é um bom começo)
“como se desce de uma escalada” (só espero que não seja escalador)
“escalada com motos” (taí, também queria ver isso)
“filme sobre a historia real de um cara que escalava montanhas” (você podia ser mais específico?)
“matheus carvalho nu” (Matheus?! oO)
“muulhe nua fazedo” (digitar com uma mão deve ser difícil)
“na alto da montanha tinha um cume” (É mesmo, é? Descobriu sozinho?)
“sugestões de exercicios para tendinite dos flexores dos dedos do pé” (do pé?!)
“tenossinuvite por corte de faca” (tenso)
“vc sabe que é um escalador” (quando você não precisa perguntar pro Google pra saber quando é um)
Top 5 posts mais lidos – Novembro
E mais um mês se passou, final de ano chegando e o Desce daí, doido! continua crescendo. Esse mês as visitas aumentaram mais uma vez, quase tocando as 2000 visitas únicas e totalizando quase 3000 visualizações de páginas. No total foram 30 posts aqui no site, e mais 17 vídeos e links compartilhados pela nossa página no Facebook e Twitter. E pra continuar a tradição aqui vão os 5 posts mais lidos no mês de novembro!
1- Campeonato Brasileiro 2010 – Confirmando o sucesso do Campeonato Brasileiro de 2010, o post de divulgação do evento foi o mais acessado do mês!
2 – Lesões na Escalada I – Mais uma vez o primeiro post sobre lesões na escalada entre os Top 5.
3 – Updates do Big Wall mais difícil do mundo – A tentativa de Tommy Caldwell e Kevin Jorgeson ficou em terceiro lugar no mês de novembro.
4 – Organizações Tabajara apresenta: Claybom – O produto de escalada mais revolucionário da história voltou ao top 5!
5- Desce daí, Cabra! – E fechando a lista, as incríveis cabras escaladoras da Itália!








