Avaliação Sapo Agarras

15
Feb

Quem diria, o Desce daí, doido! fazendo sua primeira avaliação de material de escalada! E pra começar eu recebi  para testar as agarras do  Sapo Agarras, que surgiu a pouco tempo como uma nova  opção pra quem estava a procura de agarras para os seus murinhos em casa, ou até mesmo nos seus ginásios.

Na verdade já faz até um certo tempo que eu recebi (tirando a demora dos correios), mas eu só demorei pra escrever porque queria realmente testar bem as agarras. Não queria dar dois pegas e escrever uma avaliação. Queria usar e usar bem, e também ouvir a opinião da galera da Fábrica de Monstrinhos, onde as agarras foram instaladas. E o resultado final da avaliação foi de aprovação total! Todo mundo curtiu as agarras.

Mas vamos pro que interessa né, tentar ser um pouco mais “técnico” nesse negócio de avaliação. O sapo mandou algumas agarras selecionadas por ele, não mandou um dos kits que ele comercializa, mas isso é o de menos, o que importa são as agarras. Fizeram parte do pacote alguns regletes, algumas pegas boas, pinças e algumas agarras soberbas.

Seleção de agarras enviadas pelo Sapo

A primeira impressão foi extremamente visual. Gostei de cara da forma das agarras e as pegas me pareceram bem  interessantes e originais. Elas só me me passaram a impressão de serem bastante resinadas, brilhantes. A textura, num primeiro momento me pareceu bastante áspera, mas como eu nunca tinha tido contado com agarras “zeradas” resolvi dar um tempo e ver como elas ficariam depois de uma certa quantidade de uso. Achei as agarras bastante leves, até mesmo as maiores. Mas apesar de leves, elas não tem uma aparência frágil.

Chegou a hora de colocar as agarras no muro e testar elas em “ação”. Fomos colocando umas ali, outras acolá, e já fazendo vias com elas, misturando com outras agarras do muro (5.13, Gringa, San, Glaucio) pra tentar comparar melhor. Usando as agarras, a impressão visual que eu tinha tido se confirmou. As pegas eram realmente muito boas, e o aspecto demasiadamente áspero no visual, se mostrou quase ideal. A aderência das agarras é muito boa, mas com elas ainda muito novas, a pele sofria um pouco mais que as outras.

Algumas agarras do Sapo devidamente instaladas no muro

Com mais umas duas semanas de teste, e as agarras já um pouco mais sujas de magnésio, a textura ficou no ponto! Bem aderente e sem castigar muito a pele, o que é algo bom pra um muro de treino, onde você geralmente passa bastante tempo e manter a pele é algo importante.

Um único aspecto que eu gostaria de pontuar, mas não como algo negativo, mais como uma sugestão para o Sapo nas suas próximas linhas de agarras, é a bitola dos furos de fixação das agarras. Todas as agarras tinham furação no padrão 5/16″, o que funcionou muito bem no nosso muro, que também utiliza porcas-agarra com essa bitola. Contudo, a  bitola mais recomendada para a furação das placas é a de 3/8″, que garante melhor fixação de agarras maiores. E esse é o pequeno problema das agarras do Sapo, elas vão acabar não funcionando em muros que utilizem porcas-agarras na bitola de 3/8″. Então a dica que eu deixo pro Sapo, é de passar a colocar os furos de fixação na bitola de 3/8″, o que vai permitir que as agarras sejam usadas tanto em muros com porcas-agarras 5/16″ (basta colocar um parafuso na bitola certa e uma arruela pra segurar) quanto nos de 3/8″.

No geral, a avaliação das agarras do Sapo, tanto por mim quanto pelo pessoal que as usou durante esse mais de um mês de testes, foi extremamente positiva. Agarras com boa textura, pegas interessantes e originais e bastante leves. Agarras aprovadas e que recebem sem dúvida o selo de qualidade Desce daí,doido!

 

Postado por admin em : Artigos, Avaliações

E o encontro?!

13
Sep

Acho que essa deve ter sido a pergunta que mais me fizeram durante esse ano. Não só a mim, mas a vários outros escaladores daqui do Ceará. A todo instante alguém pergunta sobre a realização do X Encontro de Escaladores do Nordeste, agendado para acontecer entre os dias 12 e 15 de novembro, em Redenção. E sinceramente, eu cansei de responder o decepcionante: “Eu não sei!”. Primeiro porque quem deveria estar respondendo essa pergunta era a organização do encontro, mas acho que ou ela se esconde demais, ou ninguém tem coragem de perguntar. Segundo, porque eu gostaria de responder algo legal, motivar a galera pra vir para o encontro e curtir esse pico de escalada cearense, que eu gosto muito, e confraternizar com outros escaladores, mas infelizmente não posso. E terceiro, e último motivo, porque a verdade é que eu sei sim do encontro, ou pelo menos tenho uma boa ideia sobre ele e como ele vai ser, e toda vez que eu digo “Eu não sei!”, eu estou me omitindo.

Mas afinal de contas, e o encontro? Até onde eu sei, ele vai acontecer. Mas o modo como ele vai acontecer é que me deixa seriamente preocupado. Essa preocupação teve sua semente plantada lá no começo de 2010, nas primeiras reuniões que participei sobre a organização do encontro, quando os dois principais grupos de escaladores daqui não conseguiam se entender. Um lado era representado pela FEMECE (Federação de Montanhismo e Escalada do Ceará) e o outro pelo que hoje é a Fábrica de Monstrinhos. Não é segredo nenhum que participo do segundo grupo. No desentendimento inicial havia 2 principais motivos: não se concordava no papel que cada “entidade” deveria ter no evento; e não se chegava a uma decisão de local para receber o evento.

No primeiro motivo, houve um desentendimento com relação a qual entidade deveria realmente figurar como organizadora do evento. A Fábrica de Monstrinhos, que na época ainda não existia de fato, defendia que a ACEME (Associação Cearense de Montanhismo e Escalada) deveria ser a organizadora do encontro, com a FEMECE dando o seu aval institucional, figurando assim como a realizadora do evento. Os demais clubes membros da FEMECE seriam apoiadores do encontro.

Por que dessa proposta? Pelo obvio motivo que a ACEME era a única entidade de escalada que existia no estado. Os demais clubes da FEMECE são clubes de Escotismo e Corrida de Orientação, que por mais que tenham em seus quadros pessoas que escalem ocasionalmente, carecem da experiência da prática constante da escalada, que na minha opinião, era de vital importância para organizar bem o evento. A FEMECE não concordava sob hipótese alguma com essa proposta. Queria ela entrar como organizadora, e os clubes, ACEME incluso, seriam apoiadores do evento. No final das contas, a FEMECE firmou o pé na ideia de que se estava tentando excluir os outros clubes do evento, e foi em frente com o seu modelo de “organização” do encontro!

Já no segundo motivo, que pra mim foi o decisivo para haver o “racha” entre os grupos, a Fábrica de Monstrinhos defendia, desde o começo de 2010, a escolha de Redenção como a sede. Na época eu ainda pensava em algo mais ambicioso, usar o encontro para criar um pico de escalada completamente novo para o estado. Mas com o tempo de organização começando a encurtar, logo me alinhei com a proposta de Redenção, que já tinha parte do trabalho feito. A FEMECE não endossava a proposta de Redenção à época, mas também não colocava nenhuma proposta de local na mesa de discussões. Pra acabar com a discussão, a FEMECE lançou uma “Carta Normativa” que criava uma comissão de encontro, empossava um diretor e dava um prazo de duas semanas para qualquer proposta de evento fosse entregue a ela em forma de projeto, com prazos, custos, etc. Se não surgisse qualquer proposta, a FEMECE se colocava no direito de fazer ela a escolha do local e tomar as demais decisões do encontro e apenas informar aos clubes. Obviamente interpretamos isso como um modo de “calar a boca” do pessoal que não concordava com eles e fazer o evento à sua maneira. Então deixou-se a decisão por conta deles, e a Fábrica de Monstrinhos ficou completamente de fora da organização do encontro. Íamos agora somente esperar o evento acontecer!

O tempo foi passando e qual não foi minha surpresa, quando no final de 2010, depois do encontro de Brejo, a FEMECE, já sem o apoio da Fábrica de Monstrinhos, decidiu pela cidade de Redenção como sede do encontro. Levaram praticamente um ano para chegar na mesma escolha que já vinha sendo proposta desde o começo do ano. Ou seja, um ano que poderia ter sido usado no trabalho de equipagem das vias e outros afazeres, foi jogado no lixo. E isso, com toda certeza, vai comprometer na qualidade desse encontro.

Quando eu ainda pensava em idéias para o evento, e vislumbrava um grande encontro aqui no Ceará, eu tentava sempre me basear nos modelos de Itatim e Brejo, que apesar de não ter ido para esses encontros, fiquei sabendo terem sido muito bem organizados. Eu imaginava que o encontro no Ceará devia manter o nível crescente destas edições anteriores e quem sabe até subir mais o nível, já que essa seria a edição de 10° aniversário dos EENe.

Para um comparativo simples do que foram esses encontros e o que provavelmente vamos ter em Redenção esse ano, vamos pegar a quantidade de vias, que é pré-requisito básico para se ter um encontro bem feito, garantindo a diversão de todos os presentes. Sempre pensei que um encontro aqui tinha que ter no mínimo umas 60 vias (pensava como um número ideal 80), entre esportivas e clássicas, talvez até boulders, e com uma variedade ampla de graduação. Itatim chegou na data do encontro com 60 vias, entre tradicionais e esportivas. Brejo realizou o encontro com 50 vias, também entre tradicionais e esportivas, nos mais variados graus. Todas as duas edições com um grande de trabalho de conquista! E Redenção?

Redenção tem hoje, e isso contando o que já existia e o que já foi divulgado de conquistas até agora, 30 vias. Metade das vias de Itatim e nem 2/3 das vias de Brejo. As vias estão distribuidas nos setores Assombrado e Pedra Vermelha e são todas vias esportivas, algumas em móvel, com a mais fácil, e única desse grau, sendo um IVsup. O restante vai de VI grau até projetos na casa de IX/X. Dessas vias, apenas 2 foram conquistadas pela organização do evento. Outras duas foram conquistadas pelos escaladores do Rio Grande do Norte, em visita a Redenção, para ajudar na equipagem. Esse foi o saldo de vias novas para o encontro divulgado até agora: 4!

Outro fator preocupante com relação as vias, é o fato de a organização ter ignorado por completo um novo setor de Redenção, que poderia fornecer as vias tradicionais tão importantes para o encontro, o setor Pitombeira. Lá já existe uma via, de 7 cordadas e um projeto incompleto, que já vai com 3 cordadas. Ambos abertos pelos escaladores da Fábrica de Monstrinhos, que descobriram e exploraram o local. Por que a organização resolveu ignorar essa pedra de enorme potencial, eu sinceramente não sei.

Aumentando ainda mais minha preocupação com relação a esse encontro, pesa o fato de se ver pouco, ou quase nada, sendo feito em Redenção. Não se vê nenhum trabalho de manutenção ou melhor adequação das trilhas de acesso às pedras (pessoal do Rio Grande do Norte teve que abrir a trilha para a Pedra Vermelha no facão). Não se sente segurança com relação à  confirmação do local que vai abrigar os escaladores no encontro, que segundo foi informado seria o Balneário Lages Lazer, de frente para a pedra do Assombrado. Falo isso porque das vezes que já se foi por lá e se conversou com os responsáveis pelo lugar, eles nunca confirmaram ter fechado qualquer acordo ou contrato com a organização. Só apenas informaram o preço que pensam cobrar pelo aluguel do espaço, e parecem não estar muito interessados em receber menos do que esse valor, e nem receber após o evento. Se nesse meio tempo a organização fechou realmente algo, eu não sei.

Para completar, estamos a 2 meses para a data do encontro, e não há sinais de início das inscrições, nem notícias de quando irão começar. Não existe qualquer informação no site do encontro com relação à programação, palestrantes, convidados, o que seja. E isso só aumenta o clima de dúvida com relação a esse encontro. (no momento que este texto foi escrito não havia nenhuma dessas informações no site, hoje é que entrou no ar uma nova versão já com a inscrição, um esboço de programação, mas nada de palestrantes ou oficinas)

Não escrevi isso tudo com o objetivo de “queimar” o X EENe. Meu objetivo com esse texto é fazer com o que a organização se posicione, dê as caras, apareça e mostre o que está sendo feito para dar segurança aos escaladores que sempre compareceram aos encontros regionais nesses últimos 9 anos. O que eu escrevi aqui é o que aconteceu antes, e o que eu posso ver que está acontecendo agora. Se a organização tem trabalhado incessantemente e em silêncio, não tenho como saber. E se assim o faz, sugiro realmente que mudem de postura e passem a oferecer mais informações a todos os interessados. Eu já cansei de responder “Eu não sei!” e da próxima vez que vierem me perguntar, ou indico esse texto, ou mando ir perguntar pra organização. O que eu sinceramente não quero, é ver a comunidade inteira de escaladores do estado ter a imagem manchada caso o encontro seja um fracasso. E reitero que não aposto nisso, mas tampouco aposto em um grande sucesso.

Postado por admin em : Artigos, Evento

Fábrica de Monstrinhos com novo endereço!

8
Jul

É isso ai galera, demorou, foi  suado, praticamente uma novela, mas agora a Fábrica de Monstrinhos já tem um novo endereço! Depois de um ano funcionando na Academia Cearense de Tênis, termos sido malandramente “expulsos” de lá, ficarmos mais de 3 meses sem lugar pra treinar, procurando um novo espaço, quase desistindo, achamos o local que uniu todos os pré-requisitos: espaço suficiente e aluguel barato!

A nova sala fica na Rua Clarindo de Queiroz, 55, no centro da cidade, por trás da Faculdade Marista. Agora vamos ter um espaço de cerca de 100m² para reconstruir o muro, em contraste com os mínimos 25m² da salinha da ACT. O pé direito é bastante alto, deixando agora a cabeça viajar com um muro com mais altura, negativos mais longos, etc, etc…

Ainda tem bastante coisa pra fazer, a começar por uma reforma na sala, que não está no melhor dos estados. Temos ainda que fechar também o novo projeto, para ai sim começarmos a construir. Toda ajuda vai ser bem vinda nesse momento, portanto quem estiver disposto a arregaçar as mangas, fazer força furando e cortando madeira, se sujando de tinta, fique a vontade para aparecer!

A previsão é que a nova sede da Fábrica de Monstrinhos esteja de volta em agosto, pra mais uma temporada forte de treinos, mas dessa vez sem esquecer dos iniciantes! Quando tivermos novidades, vocês ficam sabendo por aqui!

Postado por Neudson em : Fábrica de Monstrinhos

Os produtos 4Climb chegaram!

7
Jul

Foram anos de espera. Muito tempo utilizando o famigerado “farinésio” do pote-da-tampa-amarela-que-vende-na-Centauro. Muito dinheiro gasto pedindo pela internet aquele magna da gringa. Mas essa era de sofrimento acabou no Ceará! Os produtos 4Climb chegaram!

Como eu disse aqui, por enquanto o ponto de venda “oficial” é a minha humilde residência. Mas em breve, assim que a nova sede da Fábrica de Monstrinhos voltar a funcionar (novidades sobre isso muito, muito em breve) é lá que você deve ir: para comprar magnésio 4Climb, para treinar, para rever os amigos, marcar a trip do final de semana, ou pra tomar aquela breja pra desopilar! Não necessariamente nessa ordem!

É isso ai galera! Agora Ubatuba me espera, mas com magnésio 4Climb! Acho que mando até o Cracolândia agora! Te cuida Caio Gomes!

Postado por Neudson em : Dicas, Equipamentos

Mais uma via em Redenção

6
Jun

Galera da Fábrica de Monstrinhos não para! Nesse final de semana os escaladores Mario Carvalho, Ricardo Damito e Jorginho Mascena, abriram mais uma via na Pedra do Assombrado, em Redenção. Pra quem conhece o Assombrado, a nova linha fica do lado esquerdo da Iokiko, e tem grau sugerido em 7a. A nova via vem se juntar a outras ótimas vias abertas pela dupla Mario e Damito, como a recém aberta Classe A, provável 7b/c, e o projeto que pode ser a via mais forte do Ceará, Apoio Zero, grau sugerido de 9c/10a! Para conferir o croqui dessas e de outras vias de Redenção, acesse o Escalada no Ceará!

Postado por Neudson em : conquistas

Em busca de motivação

25
Mar

Uma das coisas mais importantes pra escalar bem e evoluir sempre, é sem dúvida, se manter motivado. Motivação é o motor que faz o escalador sempre buscar mais, tentar lances mais difíceis, desafios maiores. Mas manter a motivação nem sempre é fácil. Às vezes a rotina dos próprios treinos acaba minando a motivação. Outras vezes, como no meu caso atual, a falta de treino é quem provoca isso.

Estou numa fase que estou impossibilitado de treinar. Não, eu não me lesionei gravemente a ponto de me afastar temporariamente da escalada. As idas à rocha nos finais de semana ainda estão de pé. O problema estão nos treinos em resina durante a semana, que ficaram completamente impossibilitados devido à uma obra mal planejada e mal executada na academia onde fica o boulder da Fábrica de Monstrinhos. A perspectiva é de uns 2 meses sem treinos. E tenho que admitir, isso deu uma baixada na minha motivação. Escalar quase todo dia, mesmo na resina, é algo que me mantém centrado, alivia o stress das coisas chatas da vida, me coloca de volta nos eixos por umas 2 horas. E ficar 2 meses sem isso vai ser foda. Sem contar a perda de performance que com certeza vai haver, justo numa fase onde a expectativa era de somente crescer.

Mas o fato é que mesmo com isso eu tenho que buscar algo pra me manter motivado. Já estou considerando a possibilidade de construir um pequeno “set” composto de system wall e campus board pra não ficar tão parado. Vou tentar também procurar algum projeto, ou até mesmo explorar alguma área nova de escalada. E com certeza, vou agendar uma trip urgente! Por que não existe nada melhor pra motivar do que sonhar todo dia com uma trip já marcada. Cocalzinho e Ubatuba são dois destinos que estou pensando agora no curto prazo. Fazer, pela primeira vez, uma trip só de boulder com certeza vai me deixar “psyched” pra buscar me manter em forma durante esses 2 meses duros pela frente. O lance é não parar de escalar. Nunca!

Postado por Neudson em : Pessoal

Fábrica de Monstrinhos marcando presença no IX EENE

9
Nov

Esse final de semana/feriado acontece em Brejo da Madre de Deus, em Pernambuco, o IX Encontro de Escaladores do Nordeste. Infelizmente eu não vou poder estar lá, por falta de tempo ($$$), mas alguns representantes da Fábrica de Monstrinhos, nosso modesto clube de escalada, vai estar presente em Brejo. Mario, Damito e Tiago Minhoka vão marcar presença no encontro e vão ter a companhia dos membros honorários do clube, Jorginho Mascena, Júlio Francês Pimentel e Claudney Neves.

E pra galera não ir pra lá de mãos abanando e realmente mostrar que a gente é um grupo que está se organizando, eles vão estar por lá uniformizados. A pedido da galera desenvolvi a estampa da primeira camisa da Fábrica de Monstrinhos.

Fiquem de olho nessa galera por lá,  por que eu tenho certeza que eles vão mandar muito bem. Se tudo correr como o planejado, o pessoal deve voltar de lá com um material em vídeo que com certeza vai estar aqui no blog. Assim vocês vão poder acompanhar como foi a passagem dos “Monstrinhos” por Brejo!!

É isso ai, bom Encontro pra todos que vão estar presentes, e quem sabe a gente se vê no próximo!!

Atualizado às 16:00: Foi mal Jorge ter esquecido seu nome. Um grande escalador desses ficar de fora!!

Postado por Neudson em : Evento, Pessoal