Ashima Shiraishi encadena o que pode ser seu primeiro 12a

18
Mar

A “monstrinha” americana Ashima Shiraishi pegou mais uma vez o mundo de surpresa. Depois de escalar 11b (8c+ fr; 5.14c us) e encadenar V14, a pequena escaladora de apenas 13 anos, conseguiu ontem escalar o que pode ser sua primeira via no grau de 12a (9a+ fr; 5.15a us). A via em questão foi a Open your Mind Direct, em Santa Linya.

Ashima Shiraishi na Open Your Mind Direct 11c/12a

Ashima Shiraishi na Open Your Mind Direct 11c/12a

 

Ashima comentou em sua conta no Instagram que encadenou a via depois de 4 dias de tentativas, e que a via começa com um boulder forte e segue por um trecho de resistência.

A linha sempre foi considerada um 11c, mas após a quebra de uma agarra no final da via, os locais têm defendido que a via agora é um 12a, e Ashima foi a primeira pessoa a encadenar a “nova versão” da linha.

Com a cadena se confirmando em 12a, Ashima com certeza já se torna a pessoa mais jovem, entre homens e mulheres, a escalar uma via nessa graduação, já que Adam Ondra, que detinha o recorde de idade, escalou seu primeiro 12a com 15 anos. Contudo, ainda fica em aberto se Ashima foi a primeira mulher a encadenar um 12a, já que a escaladora espanhola Josune Bereziartu encadenou em 2005 um possível 12a, com a via Bimbaluna.

Mas isso é o que menos importa. O importante é ver que os graus que antes eram reservados apenas aos homens, agora estão sendo escalados com mais regularidade pelas mulheres.

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Chris Sharma faz o FA de mais um 12b

9
Mar

Quem achava que depois dos 30 Chris Sharma ia diminuir o ritmo e passar o bastão para os mais novos, se enganou. O hoje veterano Sharma, continua buscando puxar os seu próprios limites e junto o da escalada. Sharma encadenou nesse sábado, 07, mais uma via de 12b (9b fr; 5.15b us), grau que ele inaugurou em 2008 com a cadena da Jumbo Love.  A via em questão foi a El Bon Combat, em Cova de Ocell, próximo à Barcelona.

Chris Sharma na El Bon Combat 12b (9b fr; 5.15b us) Foto: Ricardo Giancola

Chris Sharma na El Bon Combat 12b (9b fr; 5.15b us) Foto: Ricardo Giancola

 

Segundo Sharma, a via “é uma via dos sonhos, com movimentos muito técnicos e fortes, que requerem muita coordenação e memória muscular. Com tantos movimentos com margem pequena de erro, tudo tem que sair do jeito certo, você tem que estar bem ajustado para deixar fluir sem esforço. Podia ter saído na próxima tentativa ou no próximo ano.” Depois da cadena Sharma comentou: “Depois de vários tentativas onde quase saiu, finalmente hoje tudo se somou. Muito empolgado de estar de volta no ritmo e muito ansioso por mais.”

Sharma graduou a via como um 12b/c, o que a coloca como um 12b sólido, pelo menos. A cadena saiu pouco mais de 2 anos depois de Sharma encadenar sua via mais difícil até hoje, a La Dura Dura 12c. Com essa já são 8 vias na casa do 12b/c para Sharma. Abaixo tem uma prévia da via, mas Sharma já informou que foi feito um vídeo da cadena, então fiquem ligados!

Fonte: Rock and Ice

 

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Habemus boulders em Quixadá

23
Feb

Eu comecei a escalar em um curso em Quixadá. De lá pra cá já se vão 7 anos escalando, e com o tempo, tenho que admitir, Quixadá caiu um pouco no meu conceito. Encontrei a escalada esportiva e passei a não curtir tanto as paredes, e os delicados “cristaizinhos” da rocha de lá. Ok, admito que o estilo é muito bom para ganhar técnica de trabalho de pés e exercitar o psicológico, mas não é muito a minha praia.

Em algumas incursões para a cidade, que tem pedra espalhada para todos os lados, fiquei à procura de blocos que pudessem servir para a prática do boulder. Encontrei algumas coisas, na rocha extremamente abrasiva e “machuquenta” de lá, mas nada que me fizesse dizer realmente, “temos um setor de boulder”. Essa ideia começou a mudar uns meses atrás quando alguns amigos, explorando um novo setor de esportiva para Quixadá, deram de cara com um local com uma quantidade razoável de blocos. E o melhor, a rocha parecia ser um granito bem mais promissor.

Minha primeira visita ao lugar foi no final de janeiro. Com pouco tempo pra explorar, acabei abrindo apenas uma linha, um V1, mas já antevendo um pouco o potencial do lugar. Nesse carnaval voltei ao lugar, disposto a passar pelo menos um dia por lá, abrindo mais algumas linhas e achando novos projetos. Arranjei um parceiro, o Sávio, mais um crash, e fechamos o domingo de carnaval na base da Serra Branca, pedra com a maior via de escalada do nordeste, com 530 metros de extensão.

Chegando na Serra Branca

Chegando na Serra Branca

De novo tivemos que cortar mato seco até chegar à cerca que marca a “entrada” do setor. Mais alguns passos e chegamos no bloco de Boas Vindas, onde já havia aberto o boulder na primeira vez. Repeti a linha, e o Sávio fez o FA de outro boulder no mesmo bloco, o Cascão V1. Próximo ao bloco de Boas Vindas vários outro blocos esperam por um pouco mais de exploração, mas resolvemos mesmo descer para o segundo conjunto de blocos, que já havia me parecido mais promissor na primeira viagem.

Boulders do bloco de Boas Vindas

Boulders do bloco de Boas Vindas

Por lá dei mais uma passeada, vendo várias linhas “hard”, algumas outras mais fáceis, mas altas e com bases ruim demais para tentar apenas com 3 crash pads. Mas procurando um pouco mais, e com mente aberta, encontramos boas linhas, algumas até bem óbvias, mas que passaram batido na primeira inspeção. Ficamos por ali e começamos os trabalhos pelo bloco que batizamos de Lek de Opções. Nele abrimos 3 boulders com a mesma saída: Lek V0, Lelek V1, e Lelek Lek V2 (os graus ainda são apenas sugestões). O bloco ainda guarda mais uns 2 projetos cujas linhas já visualizei, mas não cheguei a entrar.

Na cadena do Lelek Lek V2

Na cadena do Lelek Lek V2

 

Boulders do bloco Lek de Opções

Boulders do bloco Lek de Opções

 

Bem próximo a esse bloco, abri uma outra linha no começo de um corredor formado por outros 2 blocos. A saída era óbvia, mas o beta não. Demorei algumas tentativas até achar o beta correto e fazer o FA do que acho pode ser o primeiro V3 do setor. Com a cadena, ainda restava forças para tentar mais uma outra linha que me chamou a atenção, uma fenda horizontal bem óbvia, e que parecia de domínio fácil. O complicador da linha, e que acaba diminuindo um pouco a sua estética, é um bloco logo ao lado, que tem de ser evitado. Na primeira tentativa, cheguei fácil onde achei que ia ser o domínio, mas acabei não achando o movimento e cai. Parei um instante e analisei a virada e vi que era necessário mais alguns movs na beirada para efetuar a virada. Assim fiz, e encadenei o que acho ser um outro V3, que batizei de Cabeça Dinossauro.

Na cadena do Cabeça Dinossauro V3

Na cadena do Cabeça Dinossauro V3

 

O dia já estava acabando e resolvemos voltar cedo para não ter que fazer a trilha de noite. Mas ainda achamos tempo para brincar em um outro projeto. Uma linda fenda de punho, em um negativo de uns 30º, que vai debaixo até o domínio do bloco. Como não sei nada de técnica de entalamento, fiz minhas tentativas usando oposição, e constatei que o boulder vai ser hard com esse beta. No mesmo bloco existem pelo menos mais 2 projetos fáceis, e quem sabe alguma coisa mais cascuda.

No final terminamos o dia com 7 linhas no novo pico, ainda com bastante coisa pra explorar e abrir. Com certeza ainda existe muito trabalho pela frente, já que o mato cobre e cerca boa parte dos blocos, então vai ter muita base pra ajeitar e domínios para limpar. A rocha é muito boa, completamente diferente do restante de Quixadá, e me pareceu proporcionar poucas linhas fáceis óbvias e estéticas. Não sei, pode ser apenas impressão, mas o fato é que a maioria das linhas que me chamaram a atenção acabaram se mostrando mais fortes do que imaginei, e isso me pareceu que vai ser a tendência do lugar. Mas isso, só o tempo vai dizer.

Em tempo, Quixadá vai receber esse ano a 14º edição do EENe, Encontro de Escaladores do Nordeste, no feriado de 7 setembro. Espero até lá já ter um setor um pouco desenvolvido, com algo em torno de umas 30 linhas para apresentar aos visitantes e quem sabe ver esse lugar se tornar o primeiro destino para boulderistas no Ceará.

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Sachi Amma encadena a Fight and Flight 12b em Oliana

3
Feb

O escalador japonês Sachi Amma entrou essa semana para o seleto grupo de escaladores a encadenar um 12b (9b fr). O escalador, bi-campeão mundial da Copa do Mundo, encadenou a Fight and Flight 12b em Oliana, na Espanha. Ele precisou de 25 entradas ao longo de 4 trips para o local para conseguir a cadena.

Sachi Amma na Fight or Flight 12b

Sachi Amma na Fight or Flight 12b

A via foi encadenada pela primeira vez por Chris Sharma, recebeu uma segunda ascensão por Adam Ondra, e também foi escalada por Jakob Schubert. Na sua página na internet Sachi Amma comentou: “Eu fui mudado imensamente após tentar essa via. Essa via me fez um ser humano maior. Muito obrigado por todos que torceram por mim!”

Depois da Fight and Flight, Sachi Amma escalou a Joe Cita 11c (9a fr), sua terceira via nesse grau num período de 4 dias, tendo escalado também a Selecció Natural Left Exit, na cave de Santa Linya.

Fonte: Rock and Ice

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Alex Megos faz a terceira ascensão do Lucid Dreaming V15

28
Jan

O escalador alemão Alex Megos, de 21 anos, conseguiu ontem a terceira ascensão do boulder Lucid Dreaming V15 em Buttermilks.

Megos levou ao todo 11 dias de tentativas para conseguir encadenar o problema, que se caracteriza por 2 movimentos muito duros, em agarras muito pequenas e que dependem bastante de boas condições para uma boa aderência. Alex também lutou com a pele das mãos, mas depois de alguns dias de descanso conseguiu a cadena do seu boulder mais forte até agora.

Alex Megos  no Lucid Dreaming V15 (Foto: Ken Etzel)

Alex Megos no Lucid Dreaming V15 (Foto: Ken Etzel)

Em sua página no facebook, Alex externou sua alegria com a cadena: “Parece um sonho, mas não é. Finalmente terminei meu boulder mais difícil até agora e meu mais longo projeto!

Lucid Dreaming foi aberto por Paul Robinson em 2010 e foi inicialmente cotado como V16. Contudo, o próprio Paul voltou atrás após dizer ter entendido melhor o grau de V15 com outras de suas cadenas. A segunda ascensão só veio em Janeiro desse ano, com Daniel Woods, que confirmou o grau.

Fonte: Rock and Ice

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Primeiro 11a para Felipe Alvares

22
Jan

Não é todo dia que se alcança um novo grau na sua escalada, e nem é sem esforço. Estamos sempre em busca do primeiro 8a, do primeiro 9a, mas só alguns poucos podem se orgulhar de dizer que escalaram um 11a. Essa semana o escalador mineiro, Felipe Alvares, o Kbça, entrou nesse seleto grupo de escaladores brasileiros, ao encadenar a sua primeira via nessa graduação. A via em questão foi a Os Intocáveis, na Serra do Cipó.

Felipe Alvares na Os Intocáveis 11a

Felipe Alvares na Os Intocáveis 11a

Felipe comentou em sua página no Facebook, que pegou os betas com xará Felipe Camargo, que havia feito o FA da via, e conseguiu a cadena. E se você acha que já achou o seu limite, Felipe deixou um recado: “Esse foi o meu primeiro 11a e com certeza é apenas uma pequena barreira em comparação aos projetos que vem mais pra frente. Inclusive esse pode ser considerado o ponto positivo da escalada, não temos um final definido ou uma faixa que determina que você chegou ao final, estamos sempre na busca do quero mais“.

Parabéns pela cadena, Kbça!

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Primeiro V13 para Felipe Ho

19
Jan

O ano começou muito bem para o garoto prodígio Felipe Ho. De férias da escola Felipinho se mandou para São Bento do Sapucaí onde ele teve um ótimo final de 2014, e um belo início de 2015. Ele fechou a passagem por SBS, no último dia, com chave de ouro, com o seu primeiro boulder V13, ao encadenar o The Power of Minduim, linha aberta por Daniel Woods.

Essa foi apenas a quarta repetição da linha, que é o link entre dois boulders graduados em V10 e V12. Com a cadena, Felipinho se torna, ao que tudo indica, o mais jovem brasileiro a encadenar um V13, com apenas 15 anos. Um feito e tanto! Confira abaixo vídeo com o xará mais velho de Felipinho, Felipe Camargo, fazendo a segunda ascensão do boulder.

Na mesma trip, Felipinho também já havia mandado o seu primeiro V12, com o boulder Salinas, no mesmo bloco do The Power of Minduim, além de ter encadenado em ordem crescente um V10, com o boulder Cavanhaque, e um V11, com o boulder Arqueiro Zen.

Felipinho Ho no Arqueiro Zen V11 (Foto: Gabriela Vescovi)

Felipinho Ho no Arqueiro Zen V11 (Foto: Gabriela Vescovi)

Ainda na mesma viagem, Felipinho encontrou tempo para entrar nas vias, e como não podia ser diferente, trouxe pra casa também seu primeiro 10b, com a via Explosão de Dedos, e a cadena em flash da Martelo de Thor, 10a.

É, parece que 2015 ainda vai reservar muitas cadenas para o Felipe Ho. Estaremos de olho!

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Daniel Woods encadena provável V16 na California

19
Jan

Desde que seu primeiro projeto de V16, The Game, foi decotado, Daniel Woods está à procura de algo que seja o próximo nível de boulder. E parece que dessa vez ele encontrou. Daniel encadenou esse final de semana um velho projeto em Buttermilks,  no bloco Grandpa Peabody (mesmo bloco do Lucid Dreaming), e ao que parece, deve ser um V16.

A linha do The Process à direita

A linha do The Process à direita

A linha é a continuação do Blood Meridian V13, que tinha apenas 4 movs. O novo boulder ganhou mais 3 movs na casa do V14 até a virada, e ainda continua com uma aderência de V10 até o topo. Daniel Woods batizou a linha de The Process, e confirmou para o UK Climbing ter encadenado o boulder. Esperamos imagens dessa cadena!

Fonte: Climbing Magazine

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Tommy Caldwell e Kevin Jorgeson completam a Dawn Wall em livre

15
Jan

Finalmente está terminado! Ontem os escaladores Tommy Caldwell e Kevin Jorgeson escreveram mais um capítulo extraordinário na  história da escalada de Yosemite e mundial. Depois de 19 dias na parede a dupla finalmente escalou em livre os quase 1000 metros da Dawn Wall, a parede mais difícil de todo o El Captain, e completaram assim o que já é considerado o Big Wall mais difícil do mundo!

Tommy Caldwell (verde) e Kevin Jorgenson (vermelho) chegando no cume da Dawn Wall

Tommy Caldwell (verde) e Kevin Jorgeson (vermelho) chegando no cume da Dawn Wall

O primeiro vislumbre de que a Dawn Wall poderia sair em livre veio em 2008 quando Tommy Caldwell rapelou as primeiras vezes para inspecionar a via e verificar a possibilidade de fazer os lances. As primeiras imagens de Tommy na via saíram no filme de 2009 da Big Up Productions, Progression, e logo chamaram a atenção de Kevin Jorgeson, que desde então se tornou seu parceiro na empreitada.

Durante várias temporadas os dois tentaram liberar cada uma das enfiadas, incluindo aí 7 na casa do 11º grau. As investidas na maioria das vezes foram interrompidas pelo mal tempo, ou por lesões. Foi o caso de Caldwell em 2013, quando um Haulbag caiu ainda preso à sua cadeirinha, ou em 2011 quando Kevin se machucou numa queda tentando fazer o bote da enfiada 16.

Traçado da via no El Captain

Traçado da via no El Captain

Esse ano, depois de Tommy ter conseguido encadenar as últimas enfiadas de 5.14 da via, a dupla finalmente estava pronta para tentar o ataque. E parece que os deuses da montanha quiseram ver esse feito inédito ser realizado e o tempo se manteve firme até os dois conseguirem alcançar o cume.

Não foi sem problemas, contudo, que os dois conseguiram. Na metade da via, Kevin ficou preso na travessia da enfiada 15, sem conseguir realizar a cadena em livre por conta da pele dos dedos completamente destruída. Tommy seguiu na frente e terminou todas as enfiadas mais difíceis antes de Kevin completar a enfiada 15. Ficava a escolha. Chegar ao cume sozinho, ou aguardar Kevin, que poderia até não conseguir passar o trecho? Tommy nem pensou duas vezes, só faria o cume se fosse com Kevin. E depois de 5 dias, Kevin finalmente conseguiu a cadena e se juntou a Tommy, e ontem fizeram o ataque final ao cume.

Momento histórico! O Desce daí, doido! está muito feliz pela conquista de Tommy Caldwell e Kevin Jorgeson. O tempo de vida da Dawn Wall é exatamente o tempo de vida do blog, e acompanhei de perto cada ano da temporada sempre noticiando os avanços. Agora finalmente poder noticiar a realização do projeto, é uma honra!

Congrats, Tommy and Kevin!

Fonte: Climbing Magazine

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Bianca Castro encadena o primeiro V11 feminino por uma brasileira

9
Jan

A escaladora carioca Bianca Castro, a Bibi, começou o ano da melhor maneira possível. Mesmo no calor do verão carioca, Bibi conseguiu a cadena do boulder Inominado V11, na Urca, no primeiro dia do ano. Essa é a maior graduação em boulder já escalada por uma brasileira, e o primeiro desse grau para ela.

Bibi conta no seu blog que ficou surpresa coma cadena, já que a maior graduação em boulder que ela havia encadenado era um V8, mas que com apenas alguns poucos pegas a cadena saiu. Com a cadena, Bibi ganhou motivação extra para tentar coisas mais fortes nas vias, e já colocou como projeto para 2015 o 10c da via Coquetel de Energia no Campo Escola 2000. Quem duvida que a cadena vai sair rapidinho?

Confira abaixo o vídeo da cadena do Inominado!

Inominado – Urca from Foca no Climb on Vimeo.

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