Rio Boulder, primeiro festival de boulder na cidade maravilhosa

10
Jun

E o mês de junho chegou, trazendo o frio na região sudeste, e com ele a temporada oficial dos festivais de boulder pelo Brasil. E esse ano a novidade da rota dos festivais de boulder é o Rio Boulder, primeiro festival de boulder organizado na cidade maravilhosa, e que esse ano terá como palco os blocos da Urca.

Rio Boulder

A organização está mandando muito bem na divulgação do evento, que está com uma apresentação bem profissional, e se o restante seguir esse rumo, com certeza vai ser um dos melhores festivais de boulders do Brasil, e deve colocar de vez o Rio na rota dos escaladores de boulder nacionais, com seus vários setores espalhados pela cidade.

As inscrições para o festival já estão abertas, e o kit premium para os 50 primeiros inscritos conta com camiseta (muito irada por sinal), escovinha e chinelo (que bela sacada). A inscrição ainda dá direito a um lual, descontos nos restaurantes parceiros, e estadia em um albergue a 15 minutos do local do evento por módicos R$20 a diária (com café da manhã).

Realmente tenho que dizer que fiquei surpreso com tudo envolvendo esse evento, e é uma pena que não vou poder ir. Vou ter que ficar em casa chupando o dedo sujo de magnésio.

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Ethan Pringle faz segunda ascensão da Jumbo Love 12b

18
May

Finalmente saiu a segunda cadena do primeiro 12b do mundo! Depois de longos 7 anos, Ethan Pringle finalmente conseguiu encadenar a longa e extenuante Jumbo Love, em Clark Mountain, que foi escalada pela primeira vez por Chris Sharma, ainda em 2008, e inaugurou o difícil grau de 12b (9b fr; 5.15b us) no mundo.

Ethan Pringle na Jumbo Love (Foto: Adam Sanders)

Ethan Pringle na Jumbo Love (Foto: Adam Sanders)

 

Em entrevisa para a Rock and Ice ano passado, Pringle comentou que a via é “dura, longa e muito foda!”, e que é “ela é imensa, muito exposta, e basicamente o mais longo que você pode ter, já que você chega no final da parede e faz a virada.” A via é tão longa, que para escalá-la é necessário uma corda especial de 100 m, que mesmo assim não vai ser suficiente para lhe descer lá de cima.

Pringle já vinha tentando a via desde 2007, quando dividiu esforços com Chris Sharma e Chris Lindner. Sharma conseguiu a cadena, mas Pringle continuou no projeto ao longo dos anos, com a mesma motivação. O escalador comentou que “a via é muito próxima do meu limite físico, então é algo realmente inspirador para mim”. A o crux mental para Pringle foi a dificuldade e a extensão da via. “Se eu não estou me sentindo na minha melhor forma quando estou tentando ela, eu me sinto ainda menor e intimidado”, disse Pringle na entrevista, “mas isso faz parte do jogo – ter que superar a intimidação”.

Pringle, apesar de não estar muito nos holofotes da mídia de escalada, já conseguiu alguns grandes feitos, incluindo a cadena da Biographie 12a, o 11c da Era Vella, o boulder Wheel of Life V15, e a famosa Cobra Crack, em Squamish, cotada na casa do 11º grau.

Fonte: Rock and Ice

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Dean Potter morre em acidente de Base Jump

18
May

Ontem à noite a comunidade de escalada foi pega de surpresa com uma notícia muito triste. Mais um grande nome da escalada mundial se vai muito cedo, e dessa vez foi Dean Potter.

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Ainda não se tem detalhes sobre o que pode ter acontecido, tudo que se sabe é que Dean Potter, e um parceiro de Base Jump, morreram ao fazer um salto ontem em Yosemite.

Dean Potter tinha 43 anos, e era um dos maiores nomes da escalada em rocha mundial, e um atleta destacado também no highline e no base jump. Dean foi por várias vezes o detentor do recorde de velocidade da The Nose, ao lado do escalador Timmy O’Neil e do também falecido, Sean Leary, e ficou marcado também por várias escaladas em solo, como o El Capitan e o Half Dome em um dia.

Ao iniciar a prática do Base Jump, Dean enxergou a possibilidade de unir a modalidade com a escalada e elevar o nível do solo, criando o que ele batizou de Free Base, uma escalada em solo usando um paraquedas.

Mas a vida de Dean também foi marcada de polêmicas, como a escalada do Delicate Arch em Utah, que causou a perda da maioria dos seus patrocinadores na época, e acabou levando também à sua separação da escaladora Steph Davis.

É uma pena que mais um grande escalador tenha que ir tão cedo. Mas todos sabemos que figuras como Dean Potter e tantos outros, vivem no limite, e na verdade sabem que a morte pode estar logo ali. Mas a vontade de chegar cada vez mais perto do limite quase sempre os leva um pouco além. Pelo menos Dean se foi fazendo o que mais amava, o que colocava mais perto de algo maior.

Descanse em paz, Dean Potter!

Fonte: Climbing Magazine

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Abertura de Temporada de Escalada na Serra do Cipó

11
May

Alguns poucos picos de escalada podem ser considerados “mecas” para os escaladores. Aqui no Brasil, para os escaladores esportivos, a Serra do Cipó é uma verdadeira meca! Conheço gente que garante a peregrinação obrigatório todo santo ano! Agora contando com uma associação de escaladores locais (a AESC), a Serra do Cipó vai promover seu primeiro evento de Abertura de Temporada de Escalada, que acontece agora no final de Maio, entre os dias 29 e 31.

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O evento vai comemorar os 30 anos de escalada na Serra do Cipó, vai marcar o lançamento do Guia de Escalada Esportiva da Serra do Cipó, e vai contar com a realização de um Festival Open de Boulder, válido para o Ranking Mineiro!

O Open de Boulder acontecerá no dia 30, sábado,  na praça da Serra do Cipó. A competição terá as categorias Master, masculino e feminino, e Amador, masculino e feminino, divididos por faixa etária (até 18 anos, 19 a 40, acima de 40). Os primeiros colocados da categoria Master terão premiação em dinheiro!

As inscrições já estão abertas para o evento e mais informações podem ser encontradas no site: http://serradocipoaesc.blogspot.com.br

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E o campeão brasileiro é…

11
May

Com certeza você, leitor antenado com o mundo da escalada nacional, já notou que o cenário de competições nacionais está um tanto, digamos, confuso. Não é à toa. Afinal de contas, nós saímos de um cenário onde não estavam acontecendo campeonatos brasileiros, pra uma realidade onde hoje temos 2 e não apenas um. Olha ai, que legal! Não é? Bem, nem tanto.

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E o campeão brasileiro é…

Vou tentar escrever aqui sobre o que está rolando, e obviamente, vou me posicionar em relação ao que eu acho mais correto e mais justo.

O que rola: Até 2012 a CBME era a única entidade que governava a escalada no Brasil. Isso incluindo as competições. A CBME, até aquele ano, era obviamente filiada ao órgão máximo da escalada mundial, o IFSC, International Federation of Sport Climbing. É público e notório, que nunca foi fácil organizar competições no Brasil, e a CBME sempre teve dificuldades em manter um calendário de competições constante. Em 2013, depois de um ano sem nenhuma etapa de Campeonato Brasileiro, seja de Boulder ou Dificuldade, a CBME anunciou que estava se desfiliando do IFSC, por não ter recursos para pagar a anuidade de membro, que gira em terno dos 2mil Euros. Isso deixou alguns atletas que estavam se preparando para campeonatos mundiais desnorteados, e jogou incertezas no cenário de competições nacional, já meio ruim das pernas.

No meio dessa discussão toda, um grupo de atletas resolveu criar uma nova entidade para tentar colocar as competições de volta nos trilhos, e se dedicar somente ao aspecto competitivo da escalada. Buscou o apoio do IFSC, e em 2014 nasceu a ABEE, Associação Brasileira de Escalada Esportiva, que passou a ser a única entidade representante do IFSC em terras tupiniquins. Ainda em 2014 a ABEE organizou o seu Campeonato Brasileiro de Boulder e de Dificuldade, que teve uma participação muito boa dos atletas, e recebeu vários elogios. As competições serviram para criar o Ranking Brasileiro das duas modalidades, em suas diversas categorias.

Veio 2015, e a ABEE já estava com tudo engatilhado para mais um ano de competições, buscando manter o compromisso que assumiu publicamente de manter um calendário de competições constante. A CBME então anuncia uma competição organizada por ela, que também chama de Campeonato Brasileiro.

E agora? Qual dos dois é o oficial? Temos duas entidades independentes, que estão “brigando” para ser a detentora da mais importante competição de escalada do país. Como dizer qual é o mais relevante e que merece ostentar o título de “Campeonato Brasileiro de Escalada”? Afinal de contas, como no Highlander, “There can be only one”!

Eu tenho minha opinião formada, que é meramente pessoal. Não tem pretensão de ser decisão final. Tem uma certa dose de passionalidade, já que estou envolvido com a ABEE, mas nem por isso deixa de se basear em aspectos concretos, os quais vou enumerar.

No meu modo de ver, essa querela toda se resume basicamente a dois pontos, para decidir quem vai ser o “dono” do Campeonato Brasileiro de Escalada: Representatividade e Responsabilidade.

No quesito representatividade entra dois aspectos. O primeiro diz respeito à representatividade da instituição para os atletas. Os atletas reconhecem aquela instituição como a mais importante, a principal? Se sentem representados por ela? No cenário brasileiro, representatividade sempre foi um problema entre escaladores e entidades. No campo das competições mais ainda. A ABEE veio de certa forma preencher essa lacuna. Embora eu não possa dizer ainda de que ela goza de total reciprocidade de representatividade com seus filiados, a adesão das competições, mesmo com a necessidade de se filiar diretamente a ABEE para competir, dá uma boa mostra de que a ABEE foi muito bem recebida pelos atletas, e que essa relação só tende a se fortalecer.

No segundo aspecto entra a da representatividade à nível internacional. A ABEE é a única entidade filiada ao IFSC aqui no Brasil. É preciso deixar claro que enquanto a ABEE for membro do IFSC, nenhuma outra entidade nacional pode ser. E não há espaço para disputas. A vaga é da ABEE, e só vai deixar de ser se ela escolher se desfiliar, ou o IFSC a expulsar. Logo, a ABEE é a única que pode licenciar atletas para competir em mundiais. Isso acaba dando mais peso ao Ranking ABEE, que vai ser o único reconhecido internacionalmente, e que com o tempo, deve servir de base para formar uma seleção brasileira de escalada que irá representar o país nas competições oficiais IFSC. O mesmo não pode ser dito da CBME, que por escolha própria resolveu se desfiliar do IFSC, abrindo mão dessa representatividade internacional.

No campo da responsabilidade, temos que ver quem está realmente assumindo o compromisso em manter as competições acontecendo, custe o que custar. Todos sabemos que organizar competições no atual cenário nacional é bastante difícil. Por vezes frustrante. Mas se uma entidade quer organizar o “Campeonato Brasileiro de Escalada”, com toda a autoridade, ela tem que estar 100% comprometida em assumir a responsabilidade pela realização dos eventos.

Em 2013, o ano que não tivemos competições nacionais, eu lembro muito bem que a CBME de certa forma se eximiu da responsabilidade de organizar as competições, deixando ela praticamente toda nas mãos das Federações estaduais, que além de terem que pagar uma taxa para receber o evento, assumiam total risco financeiro de organizar as etapas. No papel, é extremamente profissional, e creio que funcione assim no nível IFSC/Federações Nacionais. Mas na realidade brasileira, onde as Federações mal têm dinheiro para pagar a anuidade da CBME, é algo completamente inviável. O que aconteceu foi que Federação nenhuma se interessou em realizar etapas em 2013 nesses termos, e a CBME em vez de assumir a responsabilidade e arregaçar as mangas ela mesma, deixou pra lá.

A ABEE já tem uma abordagem diferente. As parcerias foram firmadas diretamente entre ABEE e os ginásios, únicos espaços hoje capazes de realizar competições desse porte. O ginásio assume parte da responsabilidade da organização e de conseguir recursos, mas a ABEE age ativamente na organização e na busca de recursos, e assume total responsabilidade de fazer fechar o caixa caso seja necessário. Ou seja, a ABEE está disposta a engolir o prejuízo financeiro caso a etapa não se pague. Tudo para fazer o evento acontecer.

Colocando tudo isso, pra mim fica claro que a ABEE é oficialmente a representante maior do aspecto competitivo da escalada hoje no Brasil. Pois tanto tem o respaldo internacional do IFSC, como assume total responsabilidade em manter as competições acontecendo. Logo, se tem alguma entidade que poderia “coroar” um campeão ou campeã brasileiros de escalada, seria ABEE.

Obviamente que isso não se encerra aí. Os atletas tem um peso nessa decisão, e é inevitável que vá existir alguma divisão entre eles. Mas esse é o momento de cada um fazer uma análise do cenário e pesar o que vai ser melhor para o esporte no longo prazo. Eu sinceramente acredito que o melhor seja a ABEE.

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Jonas Leffeck e Camila Macedo vencem o Campeonato Brasileiro de Boulder 2015

29
Apr

Nesse sábado último aconteceu em Porto Alegre, no ginásio de escalada On Sight, a etapa única do Campeonato Brasileiro de Escalada, modalidade boulder. Dessa vez a distância ainda maior e a falta de tempo (leia-se dinheiro) me impediu de competir e conferir ao vivo mais esse Brasileiro de Boulder.

Alguns dos melhores atletas do Brasil estiveram presente em Porto Alegre, apesar de ausências importantes, como o do campeão do ano passado, o paulista Felipe Camargo e o vice, Pedro Raphael Medeiros. Entre as mulheres também foram sentidas algumas ausências em relação ao ano passado,  como Patrícia Antunes, que se machucou de última hora, entre outras. Mas as ausências não estragaram a festa, nem diminuíram o espetáculo que foi muito bem orquestrado pela equipe de routesetters coordenada por André Berezoski.

Assim como no ano passado, a fase classificatória aconteceu em modelo festival, onde todos escalavam juntos e somavam pontos. Depois dessa rodada classificatória, 7 homens e 6 mulheres avançaram para a final onde disputaram o título brasileiro em 3 boulders, no melhor estilo IFSC.

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Jonas Leffeck em um dos boulders da Final (Foto: Fil Giuriatti)

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Camila Macedo em um dos boulders da final (Foto: Fil Giuriatti)

 

Após os 3 boulders, o catarinense de Campo Belo, Jonas Leffeck se sagrou pela primeira vez Campeão Brasileiro de Boulder, com Felipe Ho em segundo, e Alexandre Rajagopalan em terceiro. No feminino quem ficou com a vitória, garantindo o bicampeonato, foi a paranaense Camila Macedo, com Janine Cardoso ficando em segundo e Bianca Castro em terceiro.

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Podium Pro Masculino (Foto: Fil Giuriatti)

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Podium Pro Feminino (Foto: Fil Giuriatti)

No Juvenil, Alex Mendes ficou com o título, com Matheus Buschle em segundo. No Junior, o primeiro foi Felipe Ho, com Ian Padilha em segundo e Gabriel Mariutti em terceiro. No amador masculino, o campeão foi o paulista Nicolas Chang, com Ulisses Sato em segundo, e Otavio Bitencourt em terceiro. No amador feminino quem ficou com o título foi a gaúcha Patrícia Alves, com Mariana Avellar em segundo e Juliana Frare em terceiro. O Sênior teve o mineiro Fábio Emídio em primeiro, com Zico Nery em segundo e Haroldo Diniz em terceiro.

Agora o calendário oficial de competições da ABEE prossegue em Julho com o Campeonato Brasileiro Juvenil de Escalada de Dificuldade em Curitiba, e o Campeonato Brasileiro de Escalada de Dificuldade no segundo semestre em Belo Horizonte.

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Atletas e organização reunidos (Foto: Fil Giuriatti)

Campeonato Brasileiro de Escalada 2015 – Modalidade Boulder

Pro Masculino

1. Jonas Leffeck (SC)

2. Felipe Ho (SP)

3. Alexandre Rajagopalan (SP)

4. Matheus Veloso (SC)

5. Flávio Cantelli (PR)

6. Melquior Saviotti (MG)

7. Gustavo Veiga (MG)

Pro Feminino

1. Camila Macedo (PR)

2. Janine Cardoso (SP)

3. Bianca Castro (RJ)

4. Thais Makino (SP)

5. Andreia Rissi  (SC)

6. Anna Shaw (SP)

Juvenil Masculino

1. Alex Mendes (MG)

2. Matheus Buschle (PR)

Junior Masculino

1. Felipe Ho (SP)

2. Ian Padilha (PR)

3. Gabriel Mariutti (SP)

Amador Masculino

1. Nicolas Chang (SP)

2. Ulisses Sato (PR)

3. Otavio Bitencourt (RS)

Amador Feminino

1. Patrícia Alves (RS)

2. Mariana Avellar (MG)

3. Juliana Frare (RS)

Senior Masculino

1. Fabio Emidio (MG)

2. Zico Nery (RS)

3. Haroldo Diniz (MG)

 

 

 

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Inscrições abertas para o 14º EENe em Quixadá

7
Apr

Já estão abertas as inscrições para a 14º edição do Encontro dos Escaladores do Nordeste, EENe, evento já mais que consolidado no calendário nacional e que a cada nova edição se firma como um dos maiores eventos de escalada do Brasil. Esse ano o encontro acontece na cidade cearense de Quixadá (que já foi sede do evento em 2006) de 05 a 07 de Setembro, e será organizado pela Associação Cearense de Escalada Esportiva, ACEE.

 

Dessa vez o evento deve trazer novidades, como um novo setor de escalada esportiva e um setor de boulder, que adicionam mais variedade de escolhas para quem vier conhecer os monólitos de Quixadá. Para a edição desse ano já está fechada a participação da escaladora paulista Janine Cardoso, que vem mais uma vez palestrar no evento, e novos nomes devem ser anunciados em breve.

Para efetuar a sua inscrição, acesse o site oficial do EENe, preencha o formulário eletrônico. Até o dia 30 de Junho as inscrições estão com preços promocionais no valor de R$ 60,00, e os inscritos até essa data também tem a chance de ganhar um capacete Half Dome da Black Diamond. Do dia 01 de Julho ao dia 31 de Agosto, as inscrições passam a ser R$ 70,00, e de 01 de Setembro até a data do encontro, R$ 80,00. A inscrição dá direito ao alojamento, Guia de Escalada de Quixadá, e participar das palestras, oficinas (com vagas limitadas), assim como os sorteios que acontecem em todas as edições.

 

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Ashima Shiraishi encadena a Neanderthal 12b

1
Apr

A monstrinha Ashima Shiraishi conseguiu algo completamente inédito ontem em Santa Linya. Depois de encadenar duas vias na casa do 11c/12a com poucos dias de tentativas, a baixinha conseguiu ontem a cadena do seu primeiro 12b (9b fr; 5.15b us), com a via Neanderthal.

Ashima na Neanderthal 12b (ou seria 11c?)

Ashima na Neanderthal 12b (ou seria 11c?)

Ashima comentou em sua conta no Instagram, que não sabe como Chris Sharma demorou tanto para fazer o FA da via, e que escalar a linha pareceu “brincadeira de criança” para ela. Ashima ainda declarou que apesar de ficar feliz de ter encadenado o seu primeiro 12b, acha que seria mais justo decotar a via para 11c, já que foi “tão fácil”.

Depois dessa cadena, Ashima disse que agora quer viajar até a Noruega, e dedicar uns 3 dias para dar uns peguinhas na Change 12c de Adam Ondra.

Fonte: Sensacionalista.com

 

 

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Ashima Shiraishi encadena o que pode ser seu primeiro 12a

18
Mar

A “monstrinha” americana Ashima Shiraishi pegou mais uma vez o mundo de surpresa. Depois de escalar 11b (8c+ fr; 5.14c us) e encadenar V14, a pequena escaladora de apenas 13 anos, conseguiu ontem escalar o que pode ser sua primeira via no grau de 12a (9a+ fr; 5.15a us). A via em questão foi a Open your Mind Direct, em Santa Linya.

Ashima Shiraishi na Open Your Mind Direct 11c/12a

Ashima Shiraishi na Open Your Mind Direct 11c/12a

 

Ashima comentou em sua conta no Instagram que encadenou a via depois de 4 dias de tentativas, e que a via começa com um boulder forte e segue por um trecho de resistência.

A linha sempre foi considerada um 11c, mas após a quebra de uma agarra no final da via, os locais têm defendido que a via agora é um 12a, e Ashima foi a primeira pessoa a encadenar a “nova versão” da linha.

Com a cadena se confirmando em 12a, Ashima com certeza já se torna a pessoa mais jovem, entre homens e mulheres, a escalar uma via nessa graduação, já que Adam Ondra, que detinha o recorde de idade, escalou seu primeiro 12a com 15 anos. Contudo, ainda fica em aberto se Ashima foi a primeira mulher a encadenar um 12a, já que a escaladora espanhola Josune Bereziartu encadenou em 2005 um possível 12a, com a via Bimbaluna.

Mas isso é o que menos importa. O importante é ver que os graus que antes eram reservados apenas aos homens, agora estão sendo escalados com mais regularidade pelas mulheres.

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Chris Sharma faz o FA de mais um 12b

9
Mar

Quem achava que depois dos 30 Chris Sharma ia diminuir o ritmo e passar o bastão para os mais novos, se enganou. O hoje veterano Sharma, continua buscando puxar os seu próprios limites e junto o da escalada. Sharma encadenou nesse sábado, 07, mais uma via de 12b (9b fr; 5.15b us), grau que ele inaugurou em 2008 com a cadena da Jumbo Love.  A via em questão foi a El Bon Combat, em Cova de Ocell, próximo à Barcelona.

Chris Sharma na El Bon Combat 12b (9b fr; 5.15b us) Foto: Ricardo Giancola

Chris Sharma na El Bon Combat 12b (9b fr; 5.15b us) Foto: Ricardo Giancola

 

Segundo Sharma, a via “é uma via dos sonhos, com movimentos muito técnicos e fortes, que requerem muita coordenação e memória muscular. Com tantos movimentos com margem pequena de erro, tudo tem que sair do jeito certo, você tem que estar bem ajustado para deixar fluir sem esforço. Podia ter saído na próxima tentativa ou no próximo ano.” Depois da cadena Sharma comentou: “Depois de vários tentativas onde quase saiu, finalmente hoje tudo se somou. Muito empolgado de estar de volta no ritmo e muito ansioso por mais.”

Sharma graduou a via como um 12b/c, o que a coloca como um 12b sólido, pelo menos. A cadena saiu pouco mais de 2 anos depois de Sharma encadenar sua via mais difícil até hoje, a La Dura Dura 12c. Com essa já são 8 vias na casa do 12b/c para Sharma. Abaixo tem uma prévia da via, mas Sharma já informou que foi feito um vídeo da cadena, então fiquem ligados!

Fonte: Rock and Ice

 

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